O Morenismo surge para divulgar e valorizar o que é a Cultura de Campo Grande, promovendo ações que contribuam para a auto-estima do cidadão local sobre a identidade regional que temos. É um movimento de afirmação, de aproveitamento do que produzimos. Não se trata de criar modelos e nem linhas, mas sim de afirmar: é de Campo Grande sim. Mesmo que tenha sua origem fora da Cidade, é como o povo que aqui se instalou, trouxe suas contribuições e aqui criou características próprias.
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terça-feira, 5 de outubro de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Cândida de Bernard Shaw chega a Campo Grande na próxima semana
Peça é dirigida por Zé Henrique de Paula e traz Bia Seidl no papel-título
Sucesso de crítica e de público, a peça Cândida, de Bernard Shaw, dirigida por Zé Henrique de Paula, estreia no próximo dia 21 de agosto em Campo Grande. Amor , casamento e identidade masculina são os temas centrais da comédia, com a atriz convidada Bia Seidl no papel-título.
O espetáculo é marcado por ironia e irreverência e cumpriu três temporadas de sucesso em São Paulo. Na Capital, a peça será encenada ainda no dia 22, no Teatro Glauce Rocha. No elenco estão também os atores Sergio Mastropasqua e Fernanda Maia, entre outros.
Sutilezas e paixão - Escrito em 1895 pelo dramaturgo irlandês Bernard Shaw, o texto ameaça colocar em cena um adultério a ser praticado por Cândida - a devotada esposa do reverendo Morell, um pastor anglicano de ideologia socialista. Cândida encanta-se pelo aristocrata Marchbanks, um jovem poeta. Ao invés de seguir os rumos esperados, porém, a peça tem um final surpreendente.
Ironia e irreverência marcam os personagens, incutindo ao enredo um tom de inteligência e alta teatralidade. Além dos três personagens que formam o triângulo amoroso central, completam a história o pai de Cândida, o capitalista insaciável Sr. Burgess; a secretária do reverendo Morell, Srta. Prosérpina, e o assistente do pastor, reverendo Lexy Mill. A natureza da fé religiosa, o embate socialismo versus capitalismo, a decadência da nobreza e a Londres da era vitoriana também estão presentes na obra.
A montagem - A montagem busca, esteticamente, a limpeza e a síntese, com cenografia enxuta e funcional, figurinos sóbrios em paleta de cores reduzida, música e iluminação de natureza narrativa e cenográfica. “Há um foco altamente dirigido para o trabalho de interpretação dos atores e para a descoberta de uma linguagem cênica que ‘revele’ o espírito de Shaw, um autor com carpintaria teatral impecável e sofisticação de pensamento. O ator, nesse sentido, é a peça fundamental”, explica Zé Henrique.
Cenário e figurinos, assinados pelo diretor, são pautados pela sobriedade: no palco, somente os elementos necessários e essencialmente simbólicos do universo da peça. Há uma predominância de cores escuras, acentuando a sisudez desse lar londrino da era vitoriana e funcionando como tela de fundo para a ação dos personagens. Nos figurinos, há uma busca por concretude e verdade, utilizando-se modelagens, tecidos e padronagens típicos do período.
A trilha original, composta pela diretora musical Fernanda Maia especificamente para a encenação, apresenta um quarteto formado por piano, violoncelo, violino e clarineta acompanhados por uma solista feminina. A música pontua as passagens de tempo dentro da peça e musicaliza as entradas de cada personagem com a sonoridade correspondente às características de cada um deles. A iluminação de Fran Barros evidencia a passagem do tempo (a peça se passa em um só dia, da manhã à noite) e também cria símbolos que contribuem para a construção da narrativa.
Informações – Os ingressos para a peça Cândida podem ser adquiridos na Sorveteria Jeito Frio, localizada na Av. Afonso Pena, 4.240, próxima ao Shopping Campo Grande. Os valores são R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia). As sessões acontecem às 21 horas, no dia 21, e às 20 horas, no dia 22. Mais informações pelo telefone (67) 8408-5126.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
PALCO GIRATÓRIO SESC 2010 - O AMARGO SANTO DA PURIFICAÇÃO
Tribo de Atuadores ÓI NÓIS AQUI TRAVEIZ, RS - 17 DE AGOSTO DE 2010 ÀS 16H00 - PRAÇA ARY COELHO
"... Em O Santo Amargo da Purificação, o Ói Nóis conseguiu unir impacto visual e sonoro, ampla visibilidade e dramaturgia elaborada.
O aprimoramento do grupo nesse teatro democrático fica evidente já na primeira cena que começa em dois pontos distintos do calçadão. Por um lado chegam atores cujas máscaras, figurinos, canto e coreografia remetem com graça a ancestrais africanos. O mesmo vale para os que chegam do extremo oposto cujas máscaras, figurinos, música informam tratar-se de imigrantes italianos.
Nessa encenação, a clássica coreografia abre-alas vai além da função básica que é a de atrair o espectador distraído e anestesiado em sua rotina: transmite de forma poética e sutil informações importantes. Amálgama que se repetirá a cada cena."
Beth Néspoli Estado de São Paulo 22/09
Fonte: Arte & Cultura - Jair Damasceno
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Oficinas gratuitas de teatro no FestCamp
Lambe-lambe
FESTCAMP - Festival Nacional de Teatro de Campo Grande oferece 02 oficinas gratuitas com inscrições até quarta feira, dia 04 de agosto
Oficina: Técnicas Básicas de Mimo e pantomima.
De 8 a 11 de Agosto
Horário: Das 12:00 as 15:00
Vagas: 15 Pessoas.
Ministrante: Junior Benavente da Escuela experimental de mimo- Lima Peru
Carga horária 12h.
Interessados enviar currículo para análise par o email festcampms@gmail.com
A oficina oferece técnicas básicas ao que se desenvolverá o acondicionamento corporal e dramaturgia do corpo através da técnica de mimo e pantomima.
Junior Benavente da Escuela experimental de mimo- Lima Peru.
Oficina de Teatro Lambe Lambe.
De 9 a 11 de Agosto
Horário: Das 12:00 as 15:00
Vagas: 12 Pessoas.
Ministrante: Grupo Anjos da Noite SC.
Carga horária 12h.
Interessados enviar currículo para análise o email festcampms@gmail.com.
Teatro Lambe-lambe - Uma arte brasileira
O Teatro Lambe lambe é uma nova modalidade dentro do Teatro de bonecos, esta oficina ensina as bases e o como fazer de todo um trabalho de confecção e manipulação dentro de um mini-espaço que estará em comunicação com o público (uma pessoa de cada vez). Como o próprio nome indica, foi dado por suas criadoras Ismine Lima e Denise di Santos no fim da década de 80 na Bahia, por causa da forma da caixa com cortinas que cobrem o espectador e o manipulador – que se assemelham às antigas câmeras dos fotógrafos Lambe-Lambe das praças públicas do começo do século XX. Esta oficina (que dá seguimento aos cursos de teatro lambe lambe já ministradas pela Cia Anjos da Noite no Centro de Pesquisas Lambe Lambe Brasil) serão abordadas questões mais centrais sobre o teatro lambe lambe, onde se aborda inclusive a interação com a platéia e a organização para que a platéia possa esperar até a sua vez de assistir. Ao longo de dezoito horas, o grupo de trabalho irá aprender a fazer a caixa, criar espetáculos simples com luz natural e som da própria voz, e ao mesmo tempo em que desenvolve a concentração, a autoconfiança, e inclusive, confronta o manipulador com todo um conjunto de dificuldades e imprevisibilidades inerentes a uma atividade realizada ao vivo.
Temas abordados
Confecção e manipulação dos mini-bonecos, customização das caixas, construção da dramaturgia, entre outros.
Sobre o ministrante.
Ao longo de 13 anos de trabalho a Anjos da Noite Cia de Teatro sempre buscou trazer para seu público, o teatro de sua forma mais simples e clara onde o espectador tem sempre um lugar na dramaturgia.
As conquistas que os Anjos da Noite tiveram foram muitas, o grupo na sua linha de pesquisa se dedica ao Teatro de Miniaturas e a literatura Russa nas obras de Tchekhov. Mas do que isto, o grupo tem como foco em suas montagens o trabalho de pesquisa, aliado ao grande desejo de sempre inovar e qualificar as suas montagens artísticas. Trabalhando em todas as áreas o Anjos da Noite já marcou presença em festivais estaduais, nacionais e internacionais.
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NÚCLEO DE TEATRO/FCMS
67-3316-9171 - 67-3316-9110
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Esta semana tem Palco Giratório no Sesc - TEATRO
SESC CONVIDA:
PALCO GIRATÓRIO SESC 2010
ELE PRECISA COMEÇAR, com Felipe Rocha, RJ.
DIAS 27 E 28 DE JULHO DE 2010 ÀS 20h
TEATRO PROSA - SESC HORTO
Ele já está com 35 anos, está sozinho em seu quarto de hotel e tem o dia inteiro livre. Ele ainda não sabe onde isso vai dar, mas começa a escrever uma peça. Começa da primeira idéia que lhe vêm à cabeça: um autor escrevendo, sozinho em seu quarto de hotel. Ele precisa começar.
Duração 70 minutos. Espetáculo recomendável para maiores de 12 anos.
OFICINA
DIA 29 DE JULHO DE 2010
DAS 08H00 ÀS 17H00
NO SESC HORTO
O trabalho do ator e 9 pontos de vista
Nesta oficina, compartilhamos com os alunos um pouco da nossa prática na criação do espetáculo "ele precisa começar", com algumas das ferramentas desenvolvidas em nosso processo criativo, exercícios físicos, jogos teatrais, jogos de percepção, trabalhos com texto, estudo das relações cênicas entre ação e narração, e a técnica de improvisação "View Points", criada e desenvolvida pela diretora Anne Bogart.
Queremos estimular o material de trabalho de cada participante, seus próprios recursos corporais, vocais e imaginativos, buscando abrir vias de acesso para novas abordagens criativas e artísticas.
http://www.eleprecisacomecar.blogspot.com/
PALCO GIRATÓRIO SESC 2010
ELE PRECISA COMEÇAR, com Felipe Rocha, RJ.
DIAS 27 E 28 DE JULHO DE 2010 ÀS 20h
TEATRO PROSA - SESC HORTO
Ele já está com 35 anos, está sozinho em seu quarto de hotel e tem o dia inteiro livre. Ele ainda não sabe onde isso vai dar, mas começa a escrever uma peça. Começa da primeira idéia que lhe vêm à cabeça: um autor escrevendo, sozinho em seu quarto de hotel. Ele precisa começar.
Duração 70 minutos. Espetáculo recomendável para maiores de 12 anos.
OFICINA
DIA 29 DE JULHO DE 2010
DAS 08H00 ÀS 17H00
NO SESC HORTO
O trabalho do ator e 9 pontos de vista
Nesta oficina, compartilhamos com os alunos um pouco da nossa prática na criação do espetáculo "ele precisa começar", com algumas das ferramentas desenvolvidas em nosso processo criativo, exercícios físicos, jogos teatrais, jogos de percepção, trabalhos com texto, estudo das relações cênicas entre ação e narração, e a técnica de improvisação "View Points", criada e desenvolvida pela diretora Anne Bogart.
Queremos estimular o material de trabalho de cada participante, seus próprios recursos corporais, vocais e imaginativos, buscando abrir vias de acesso para novas abordagens criativas e artísticas.
http://www.eleprecisacomecar.blogspot.com/
quinta-feira, 22 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Conheça o Centro Cultural José Octávio Guizzo
É onde está o Teatro Aracy Balabanian
O local já abrigou espetáculos com os mais renomados artistas regionais e nacionais, cursos e oficinas englobando a diversidade cultural com exposições ímpares e mostras de filmes, além de uma gama de ações culturais que tomaram todos os espaços da unidade.
Com a participação de grandes ícones da cultura sul-mato-grossense, a história do Centro Cultural reverencia a rica e diversa identidade de Mato Grosso do Sul. Saiba mais acessando o site www.fundacaodecultura.ms.gov.br/centrocultural .
FONTE: Assessoria Centro Cultural
HISTÓRICO
O Centro Cultural de Mato Grosso do Sul foi fundado através de decreto do Governador Wilson Barbosa Martins em 11 de outubro de 1984, localizado na Rua 26 de Agosto, antiga Rua Velha que é considerada a primeira rua de Campo Grande. Segundo Idara Duncan foi de grande importância o empenho de Nelly Martins, artista plástica e à época primeira dama do Estado, no sentido de materializar o primeiro espaço físico exclusivamente destinado à cultura em Mato Grosso do Sul.
No terreno onde se localizava a antiga usina elétrica (1919), foi construído na década de 60 o prédio do Fórum da Comarca de Campo Grande.
Na década de 80 o Fórum foi transferido para o edifício onde funcionavam as repartições públicas do Estado na Avenida Fernando Corrêa da Costa, que por sua vez foram transferidas para o recém construído Parque dos Poderes. Então, aproveitando a edificação do antigo fórum, foi fundado o Centro Cultural de Mato Grosso do Sul.
No dia 20 de dezembro de 1989, através da lei 1.029, sancionada pelo Governador Marcelo Miranda, o Centro Cultural de Mato Grosso do Sul recebeu a denominação Centro Cultural José Octávio Guizzo, homenageando o advogado, historiador, estudioso do folclore, cineasta, estimulador de talentos, produtor cultural, músico, poeta e ex-presidente da Fundação de Cultura, falecido no dia 20 de novembro do mesmo ano. Houve também em 1989 a reforma do Centro Cultural e a construção do anexo com o teatro.
O Centro Cultural abriga salas com nomes de personalidades relacionadas à cultura como Teatro Aracy Balabanian, Sala Rubens Corrêa, Sala Conceição Ferreira, Galerias Wega Nery e Ignez Corrêa da Costa.
Funcionou também no Centro Cultural a Biblioteca Isaías Paim, atualmente instalada no Memorial da Cultura Apolônio de Carvalho, a Pinacoteca Estadual que deu origem ao Museu de Arte Contemporânea (MARCO) e a Filmoteca que funciona hoje no Museu de Imagem e do Som (MIS). O edifício já passou por várias reformas ao longo do tempo, sendo que a última delas, em 1996, renovou todo o revestimento externo e criou um novo acesso, independente ao teatro.
O Centro Cultural José Octávio Guizzo fica na rua 26 de agosto, 453. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3317-1792.
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