A graça de um programa bem campo-grandense: ver aviões no aeroporto - Campo Grande News
Fonte: Campo Grande News
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MORENISMO
O Morenismo surge para divulgar e valorizar o que é a Cultura de Campo Grande, promovendo ações que contribuam para a auto-estima do cidadão local sobre a identidade regional que temos. É um movimento de afirmação, de aproveitamento do que produzimos. Não se trata de criar modelos e nem linhas, mas sim de afirmar: é de Campo Grande sim. Mesmo que tenha sua origem fora da Cidade, é como o povo que aqui se instalou, trouxe suas contribuições e aqui criou características próprias.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Sarau dos Amigos movimenta periferia da capital com aniversário de quatro anos
Artistas e comunidade se reúnem sob uma varanda e um pé de manga no bairro Universitário, região Sul de Campo Grande
O Sarau dos Amigos comemora quatro anos em seu 49º encontro. Nesta quinta-feira, 26 de fevereiro, das 19h às 22h, apresentam-se o Grupo de Hip Hop Primeiro Plano e moradores da comunidade como Jorge Cabral e Apres Gomes. Cabral vai interagir com diversas piadas e Apres se une ao artista Plástico Tom Barbosa para pintar quadros ao vivo, aproveitando a atmosfera festiva do encontro.
Na música já confirmaram a Banda Maria Mulata (samba-rock), Banda Plebeus (rock anos 70, 80 e 90), além do trio Ruffo, Juliano e Brukka (Pop e MPB), e das cantoras Caroline Saldanha e Mari Depieri. O quintal da casa acolhe exposições de Mauro Yanaze e Clayton Ambrósio, com artesanatos de cerâmica e lona.
O encontro é marcado pela diversidade de manifestações artísticas. Há espaço sem agenda prévia para canjas musicais, declamação de poema, divulgação de livros e eventos. Nesta edição de aniversário a produção convida todos os músicos presentes para juntar-se na varanda e montar uma grande orquestra popular de cantores e instrumentistas, ao vivo durante um momento do sarau.
Serviço: O Sarau dos Amigos é realizado toda última quinta-feira do mês, das 19h às 22h, na casa do ator e jornalista Eduardo Romero. A entrada é um quilo de alimento não perecível. Rua Elvira Matos de Oliveira, 927, Universitário. Informações pelo telefone (67) 9619-6703.
Arte na periferia
Fora do circuito cultural de Campo Grande, o bairro Universitário, localizado na região Sul, comemora a incrível marca de 49 encontros do Sarau dos Amigos, em quatro anos. A reunião entre artistas e moradores da comunidade já é reconhecida na agenda de artes da capital, toda última quinta-feira do mês acolhe cerca de 200 expectadores das mais variadas classes sociais e estilos de vida. Grande parte dos alimentos arrecadados é destinada as obras sociais dos Vicentinos da Paróquia Santa Rita de Cássia, uma média de cem quilos por edição do evento.
Equipe
“Olho para o quintal de minha casa e me emociono com os amigos que, a cada mês, se integram e trazem mais convidados”, destaca o jornalista e ator Eduardo Romero. A opinião é compartilhada pelo apresentador do evento, o radialista e ator Cleber Dias. Eles se reuniram com a atriz e diretora teatral Thathy D. Meo e o jornalista e artista Elânio Rodrigues, formando a equipe que lidera o encontro mensal. A ideia se fortaleceu com a vinda do artista plástico bahiano Apres Gomes, que passou a morar no bairro e integrar o Sarau.
“Tudo começou com a vontade de mostrar a nossa família e amigos as peças teatrais que apresentávamos pelo Brasil através do Grupo Teatral Caras de Pau. Havia também outros artistas sem espaço para divulgar sua produção no bairro”, lembra Cleber Dias.
Elânio destaca que faltava um espaço artístico num bairro de tantos artistas, como os diretores teatrais e atores Espedito di Montebranco, Leandro Melo e Tom Nascimento. Na comunidade também já residiram artistas plásticos renomados como Lúcia Mont Serrat, Lelo e Darwin Longo.
Seguindo a tradição que motivou o encontro, Thathy D. Meo dirige o Núcleo Teatral Sarau dos Amigos. A cada edição o grupo apresenta um novo espetáculo, aproveitando situações do cotidiano com muita comédia e interação com os amigos presentes.
Apres Gomes faz a ponte com artistas plásticos profissionais e acadêmicos de Artes Visuais da capital. Já pintou diversos quadros retratando ao vivo os encontros do Sarau dos Amigos.
Toda a história e muitos amigos que acreditam no movimento são o destaque desta edição especial de aniversário que acontece na próxima quinta-feira.
Fonte: Assessoria
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Sarau dos Amigos de novembro
Em quase três anos de existência o Sarau dos Amigos está acolhendo novos artistas e dando destaque as produções feitas na comunidade do bairro Universitário. Nesta quinta-feira, 25 de novembro, a partir das 19h, o encontro abre espaço o compositor Tiago Oliar, que vem de Sidrolândia especialmente para se apresentar no encontro. O destaque cultural da região vem com o grupo Tuiuiú, formado por estudantes do conjunto Rouxinóis.
O teatro ganha destaque com o humor do Núcleo Teatral Sarau dos Amigos, sob a direção de Thathy D. Meo. Quem também se apresenta é o ator Thiago Cyles, que utiliza a técnica “Stand up”.
Na música o destaque é o cantor Nelsinho de Sousa, uma criança que encanta pela sonoridade no estilo sertanejo. Já a dupla Tangará e Zé Viola apresenta repertório autoral de música raiz.
A varanda da casa abre espaço para palinhas de outros músicos, além de poetas que queiram declamar. Artesãos como Miriam, Mauro Yanase e Clayton Abrósio expõem no corredor, onde moradores da comunidade vendem espetinhos de carne, bombons e bebidas.
Serviço: O Sarau dos Amigos acontece toda última quinta-feira do mês na casa do ator e jornalista Eduardo Romero. Rua Elvira Matos de Oliveira, 927, Universitário, região sul de Campo Grande. A entrada é um quilo de alimento, que são destinados aos Vicentinos da Paróquia Santa Rita de Cássia. Informações pelos telefones (67) 9619-6703, 9215-3082 ou 8175-2922.
TUIUIU
O GRUPO TUIUIÚ FAZ PARTE DE UM DOS PROJETOS MAIS IMPORTANTES DO PONTO DE CULTURA CAMALOTE/COMISSÃO SUL-MATO-GROSSENSE DE FOLCLORE. E TEVE SEU INÍCIO EM 2007 NAS ESCOLAS DA REDE PÚBLICA DE ENSINO.
HOJE JÁ COM PERSONALIDADE PRÓPRIA TORNOU-SE UM DOS GRUPOS MIRINS MAIS REQUISITADOS PARA EVENTOS EM MATO GROSSO DO SUL. O GRUPO FAZ PARTE DE UM PROJETO PEDAGÓGICO, EM QUE OS PROFESSORES NELE ENGAJADOS, TÊM A INCUMBÊNCIA DE REPASSAR SEUS CONTEÚDOS NAS ESCOLAS PÚBLICAS, ATRAVÉS DE CONVÊNIO FIRMADO ENTRE A COMISSÃO DE FOLCLORE E A SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO.
O GRUPO É ORIENTADO E COREOGRAFADO PELA PROFª LUCIENE BICUDO QUE É INTEGRANTE DO GRUPO CAMALOTE E TEM COMO BASE DE TRABALHO O LIVRO “CHÃO BATIDO” DA PROFª E PESQUISADORA MARLEI SIGRIST.
COM ESSE PROJETO APOSTAMOS NA IDENTIFICAÇÃO DOS ALUNOS COM A DANÇA, EM PARTICULAR COM A DANÇA POPULAR NA ESCOLA; A REDESCOBERTA DE CADA ALUNO SOBRE O MEIO SOCIAL EM QUE VIVE; A BUSCA DE FATORES DENTRO DA CULTURA E DA PARTICIPAÇÃO EM GRUPO QUE CONTRIBUAM PARA O PROCESSO PEDAGÓGICO. O OBJETIVO MAIOR DO GRUPO É DIVULGAR AS DANÇAS FOLCLÓRICAS REGIONAIS POR MEIO DE APRESENTAÇÕES.
O teatro ganha destaque com o humor do Núcleo Teatral Sarau dos Amigos, sob a direção de Thathy D. Meo. Quem também se apresenta é o ator Thiago Cyles, que utiliza a técnica “Stand up”.
Na música o destaque é o cantor Nelsinho de Sousa, uma criança que encanta pela sonoridade no estilo sertanejo. Já a dupla Tangará e Zé Viola apresenta repertório autoral de música raiz.
A varanda da casa abre espaço para palinhas de outros músicos, além de poetas que queiram declamar. Artesãos como Miriam, Mauro Yanase e Clayton Abrósio expõem no corredor, onde moradores da comunidade vendem espetinhos de carne, bombons e bebidas.
Serviço: O Sarau dos Amigos acontece toda última quinta-feira do mês na casa do ator e jornalista Eduardo Romero. Rua Elvira Matos de Oliveira, 927, Universitário, região sul de Campo Grande. A entrada é um quilo de alimento, que são destinados aos Vicentinos da Paróquia Santa Rita de Cássia. Informações pelos telefones (67) 9619-6703, 9215-3082 ou 8175-2922.
TUIUIU
O GRUPO TUIUIÚ FAZ PARTE DE UM DOS PROJETOS MAIS IMPORTANTES DO PONTO DE CULTURA CAMALOTE/COMISSÃO SUL-MATO-GROSSENSE DE FOLCLORE. E TEVE SEU INÍCIO EM 2007 NAS ESCOLAS DA REDE PÚBLICA DE ENSINO.
HOJE JÁ COM PERSONALIDADE PRÓPRIA TORNOU-SE UM DOS GRUPOS MIRINS MAIS REQUISITADOS PARA EVENTOS EM MATO GROSSO DO SUL. O GRUPO FAZ PARTE DE UM PROJETO PEDAGÓGICO, EM QUE OS PROFESSORES NELE ENGAJADOS, TÊM A INCUMBÊNCIA DE REPASSAR SEUS CONTEÚDOS NAS ESCOLAS PÚBLICAS, ATRAVÉS DE CONVÊNIO FIRMADO ENTRE A COMISSÃO DE FOLCLORE E A SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO.
O GRUPO É ORIENTADO E COREOGRAFADO PELA PROFª LUCIENE BICUDO QUE É INTEGRANTE DO GRUPO CAMALOTE E TEM COMO BASE DE TRABALHO O LIVRO “CHÃO BATIDO” DA PROFª E PESQUISADORA MARLEI SIGRIST.
COM ESSE PROJETO APOSTAMOS NA IDENTIFICAÇÃO DOS ALUNOS COM A DANÇA, EM PARTICULAR COM A DANÇA POPULAR NA ESCOLA; A REDESCOBERTA DE CADA ALUNO SOBRE O MEIO SOCIAL EM QUE VIVE; A BUSCA DE FATORES DENTRO DA CULTURA E DA PARTICIPAÇÃO EM GRUPO QUE CONTRIBUAM PARA O PROCESSO PEDAGÓGICO. O OBJETIVO MAIOR DO GRUPO É DIVULGAR AS DANÇAS FOLCLÓRICAS REGIONAIS POR MEIO DE APRESENTAÇÕES.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
A música do Mato Grosso do Sul, influências paraguaias
Diversidade sem fronteiras*
*Matéria realizada em 2004 pelo jornalista e músico Elânio Rodrigues para concorrer ao concurso Rumos Jornalismo Cultural, do Itaú Cultural.
A diversidade cultural do Oeste brasileiro se revela com força na música. Artistas do Mato Grosso do Sul se expressam com alma guarani, influência de onde o Brasil foi Paraguai. Melodias de um Estado novo, formado por muita fauna, flora, rios e migrantes. Terra em busca de uma identidade cultural própria, que se reformula constantemente.
Festival de música TV Record
Era a época dos grandes festivais de música da TV Record. Em Campo Grande outros jovens e ainda inexperientes músicos também se lançavam em concursos locais. Entre eles, a menina Lenilde Ramos. Hoje, aos 52 anos (entrevista realizada em 2004), ela acredita que aquela nova geração de músicos do sul do Mato Grosso ajudou a construir inconscientemente a música urbana influenciada pelos ritmos paraguaios, característica de muitos artistas do atual Mato Grosso do Sul.
É como se cada festival consolidasse mais esse movimento de interações e identificações. Num pedaço do Mato Grosso ansioso pela divisão e independência, uma geração buscava sua identidade regional. Valorizaram seus laços com a Cultura Guarani a partir de outras sonoridades já praticadas. Houve ainda aqueles que aclamaram o universo pantaneiro como forte traço da identidade local.
Lenilde Ramos
“Tenho uma visão feminina sobre essa influência. O MS já foi Paraguai e nós crescemos dentro dessa barriga, bebendo dessa fonte. Agora, temos um resgate com a música moderna, com uma linguagem definida”, analisa Lenilde. Isso é um processo de reconhecimento de identidade que, entre outras, é guarani. “Esta música está consolidada em nossa corrente sanguínea”, defende.
BACIA DO PRATA
Para o cantor e compositor Guilherme Rondon, 52 anos (entrevista realizada em 2004), a influência veio pelo rio, uma música com o Rio Paraguai através da Bacia do Prata. A identidade local é formada pelas influências das pessoas que vieram para cá e sofre constante alteração. O descompromisso com tradicionalismos deixa os músicos mais livres para interagir com os ritmos da fronteira, refazendo a música com outras formas. “Nós demos nosso tempero. Tem um charme especial que ajuda a criar nossa identidade”.
Guilherme Rondon
Apesar da boa aceitação demonstrada pelo público, essa música ainda não foi descoberta pelo Brasil e até o sul-mato-grossense desconhece sua riqueza cultural. “A gente é tratado como algo a parte. Os poucos espaços são disputados a tapa. Primeiro, precisamos ser respeitados em nossa casa, sermos queridos, arrastar públicos”. Mesmo assim os artistas locais continuam produzindo porque, segundo Guilherme Rondon, não dependem somente da Mídia. “Os artistas estão abrindo porteiras. Uma hora essa música vai ser descoberta. O público de fora gosta muito, nossa música é adorada lá fora”, destaca.
MÚSICA E HISTÓRIA
Foi numa festa de casamento que a historiadora Carla Villamaina Centeno, 40 anos (entrevista realizada em 2004), se espantou com a força que a música da fronteira exerce na Cultura do Mato Grosso do Sul. A música alegre, executada no baile, era aclamada com gritos pelas pessoas da alta sociedade, que chegavam a tirar os calçados ao dançarem a Polca Paraguaia. “A música é dançada por todas as classes sociais. Parece que essa Cultura une, aproxima as pessoas”, concluiu.
Segundo a historiadora, as crises econômicas do país vizinho, após a Guerra do Paraguai, impulsionou a migração para o Brasil. A maioria dos paraguaios eram tratados como “desqualificados e de baixo nível”. Submetidos à exploração e à miséria, praticavam suas manifestações culturais como uma forma de resistência, para se afirmarem, voltarem às suas raízes, aliviando o sofrimento. Este fato consolidou a Cultura paraguaia como a maior influência estrangeira no Mato Grosso do Sul.
A professora analisa que o Brasil não conhece essa face de seu multiculturalismo.
A valorização da diversidade cultural através da música é apontada como positiva, desde que haja algumas precauções. “É preciso valorizar o regional, porém, sem deixar de olhar para o universal”, pondera Carla.
POLCA NO PARAGUAI
Mas como a Polca se firmou no Paraguai? O educador musical e mestrando em musicologia pela USP, Evandro Higa, 45 anos (entrevista realizada em 2004), estuda a presença desses ritmos no Mato Grosso do Sul. Ele conta que a origem mais provável deste gênero está na mistura da Cultura Guarani com a música espanhola tradicional e as danças de salão do século 19.
Além da Polca, existem outros ritmos mais lentos, como o Chamamé. Outra vertente é a Guanânia, que expressa temas mais melancólicos e amorosos. Há outro ritmo conhecido como Rasqueado, entretanto, Evandro defende que este não é um gênero musical. Rasqueado seria a forma como é tocado o violão ou a guitarra.
Alguns estudiosos da música brasileira citam essa influência estrangeira como “Paraguaísmo”, fator que teria sido ruim para a música nacional. Evandro critica este pensamento. Esse gênero é de certa forma “sul-mato-grossismo”, devido a ligação ancestral que esta região do Centro Oeste tem com a Cultura Guarani. “Nós temos um ambiente musical que ainda está por ser descoberto pelo Brasil. Uma influência guarani que não há em outras regiões do país”, declara.
É nesse contexto que o cantor e compositor Celito Espíndola destaca a qualidade de conteúdo e de estética da música sul-mato-grossense. “Quanto mais diferente, mais destaque. Essa é a maneira de sobreviver no contexto global, trabalhando muitas vezes contra as tendências”, define.
Para Celito, os músicos sul-mato-grossenses têm influências do cotidiano na memória auditiva. Essa herança cultural é misturada ao contexto contemporâneo, que dá origem a uma música urbana singular. Ela reflete a realidade do sujeito pós-moderno, que tem múltiplas identidades e é multicultural.
Celito Espindola
POLCA-BLUES, ROCK DE BOTINAS, POLCA-ROCK, GUARÂNIA-REGGAE E GUARÂNEA-JAZZ
Mesmo diante de tantas influências, a Polca Paraguaia ainda persiste. Isso é notável na música dos antigos e novos artistas urbanos que criam diversas releituras dessa influência.
Com toques de sanfona, Lenilde Ramos mostra seu Polca-Blues. Ela também se diz precursora do Rock de Botinas, uma espécie de som definido como “rock para dançar”, que seria um primo da Polca Rock. “O Rock de Botinas é um som que veio do global para a raiz. A Polca Rock vem da raiz para o global”, diz a cantora.
Polca Rock é o ritmo difundido por músicos da nova geração (matéria realizada em 2004), como Jerry Espíndola e Rodrigo Teixeira. No ano 2000 Jerry divulgava o disco Pop Pantanal no Rio de Janeiro, quando o amigo e músico Moska alertou sobre fazer diferença no mercado fonográfico nacional. A música “Colisão” era rock com ritmo ternário soava como algo novo, desconhecido para os músicos e o público.
A fusão musical não era novidade no Mato Grosso do Sul. Jerry já difundia a sonoridade juntamente com a banda Croa, formada por Adriano Magoo, Gabriel Sater, Marcelo Ribeiro e Sandro Moreno. Outros músicos como Rodrigo Teixeira, Caio Inácio e Antônio Porto também contribuíam no amadurecimento da Polca Rock.
“Eu não sou o pai da Polca Rock. Apenas peguei esse nome que, na minha opinião, é apenas um rótulo. Na verdade ele é uma jogada de Marketing. Ficou mais fácil dar um nome a essa fusão”, esclarece.
Jerry & Croa
(da esquerda para a direita: Jerry Epindola, Adriano Magoo, Sandro Moreno, Gabriel Sater e Marcelo Ribeiro)
(da esquerda para a direita: Jerry Epindola, Adriano Magoo, Sandro Moreno, Gabriel Sater e Marcelo Ribeiro)
Esse rótulo seria resultado do trabalho de compositores locais mais antigos. A música “Trem do Pantanal”, de Geraldo Roca e Paulo Simões, é apontada por Jerry Espíndola como “a primeira Polca-Rock oficial”. Apesar dos compositores não reconhecerem essa condição, Jerry defende que eles já faziam Polca-Rock inconscientemente, experimentando ritmos difundidos na região da Bacia do Prata, onde “todos bebem da mesma água”.
Para o caçula da família Espíndola, a Polca-Rock está dentro de um movimento que é a música sul-mato-grossense, que vem do ritmo ternário. “A Polca-Rock resgata esses ritmos, porque a tendência era serem esquecidos. Pelo que sei, no Paraguai o pessoal mais novo não curte a Polca. Já virou coisa de velho”, conta. (entrevista realizada em 2004)
Apesar da resistência de alguns músicos paraguaios, Jerry considera que este é um processo natural, porque tudo vai mudando. Outros grupos estão surgindo e propondo novas misturas como a Guarânea-Reggae, a Guarânea-Jazz, entre outras experimentações. “É um som que não existe no resto do Brasil”, finaliza.
DIVULGAÇAO E MERCADO
Lenilde Ramos, a garotinha que surgiu nos festivais de Campo Grande, amadureceu e agora questiona: “Por quê a música não tem status de produto tanto quanto a soja e o boi? Vamos botar ela no mundo, vamos nos valorizar”, desabafa.
Quanto à falta de divulgação dessa música, Lenilde diz: “a culpa é nossa, você não faz música apenas para você. Se ela tem qualidade a gente tem a missão de botar isso no circuito. Ter a coragem de se infiltrar”.
Para ela o artista deve aprender a “vender seu peixe”. O surgimento de uma geração de produtores culturais no Estado está ajudando nesse sentido.
Falando de contexto local, Celito Espindola defende que as rádios de Campo Grande precisam reformular sua programação e valorizar os artistas da terra. “Falar para quem está próximo, com espaço voltado a localidade, mas, sem ser xenófobo”, destaca. Assim, as emissoras estariam cumprindo seu potencial de inclusão social e cultural.
Sobre os artistas, ele argumenta que é preciso haver uma “convergência de intenções e propostas” para sedimentarem um mercado fonográfico mais forte.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Encontro com a música clássica
Concertos de 6 a 10 de Novembro
Teatro Glauce Rocha (UFMS) às 20h - Entrada Franca
Dia 6 - Abertura com Orquestra Sinfônica Municipal de Campo Grande e convidados
Dia 7 - Quarteto Tau (SP), Quarteto Toccata (MS), Orquestra Sinfônica Municipal de Campo Grande
Dia 8 - Orquestra de San José de Chiquitos (Bolívia), Orquestra Barroca de MS, Grupo Vocal Feminino da UFMS, Regência de Matias Vivot (Argentina)
Dia 9 - Final do Prêmio Campo Grande de Música (Categoria Música de Câmara), Soluna Garnes (Trinidad y Tobago)
Dia 10 - Encerramento com o espetáculo Araras da Cidade Música do Mato, Apresentação do Coral e Orquestra do Festival, Orquestra Sinfônica Municipal de Campo Grande
Teatro Glauce Rocha (UFMS) às 20h - Entrada Franca
Dia 6 - Abertura com Orquestra Sinfônica Municipal de Campo Grande e convidados
Dia 7 - Quarteto Tau (SP), Quarteto Toccata (MS), Orquestra Sinfônica Municipal de Campo Grande
Dia 8 - Orquestra de San José de Chiquitos (Bolívia), Orquestra Barroca de MS, Grupo Vocal Feminino da UFMS, Regência de Matias Vivot (Argentina)
Dia 9 - Final do Prêmio Campo Grande de Música (Categoria Música de Câmara), Soluna Garnes (Trinidad y Tobago)
Dia 10 - Encerramento com o espetáculo Araras da Cidade Música do Mato, Apresentação do Coral e Orquestra do Festival, Orquestra Sinfônica Municipal de Campo Grande
Visite o site: www.sinfonicadecampogrande.com.br , e veja os cursos oferecidos.
Ato de homenagem a Francelmo
Participe do ato de homenagem aos 5 anos de imolação do ambientalista Francelmo, que deu sua vida em defesa do Pantanal Sulmatogrossense.
Data: 13/11 – Sábado a partir das 9hs Calçadão da Barão do Rio Branco – Campo Grande - MS
Coordenação: Fuconams
Apoio: Fórum de Defesa do Pantanal.
Contatos: FUCONAMS 9959-8797 (Gonda) 9982-0875 (Maria Helena Brancher) 8112-1624 Leonardo Sampaio FORMADS: 9235-1628 Haroldo Borralho e 9619-6703 Eduardo Romero
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quarta-feira, 27 de outubro de 2010
MS Street Dance Fest
Mais de 35 grupos de dança selecionados para a mostra ou competição, no festival “MS Street Dance Fest”, tem até o dia 29 de outubro para se inscreverem. O evento acontece em Campo Grande entre os dias 11 e 15 de novembro e terá grupos de outros seis estados brasileiros além de Mato Grosso do Sul: Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
Para a seleção, os grupos interessados enviaram vídeos apresentando suas performances e os melhores, foram escolhidos conforme os critérios do Festival. Os grupos selecionados para competir foram: Ladario Street, Lenda Urbana juvenil, Movimento dance, Soul Guetto, Black Mix-MS, Cia Movimentos, Havin Fun, Hit Hopers, Kahal, Lenda Urbana, Pulse Dance, Step-Up, Street Dance Life, Angelus, Blessed, Código de Rua, Conexão Deniels, D'soul, Expressão Hip Hop, Seed'ance, Storm Crew, Sintonia de Rua, Uniaraxá, Trio 3D, Fúria das Ruas e Monster’z.
E selecionados para mostra: Sintonia de Rua, Tribo Cia de Dança, The Grimm Brothers, Funk-se, Charm Dance, Movimento Dance, Cup Cake, Kruizies Marbous, The Discos, Duo Bresh, Only Sisters, Youth, EGV Kids e Colégio Geração 2001 kids.
A competição será dividida em sete categorias que são Junior, Adulto, Avançado, Duo-avançado, Trio-avançado, Trio-adulto e Solo adulto. O grupo vencedor da categoria “Street Dance Avançado – Conjunto”, que deve ter no mínino oito dançarinos com idade superior a 18 anos, receberá uma premiação de R$ 5 mil. Além das competições e mostras, o festival de dança terá workshops com professores do Barsil e Estados Unidos, e campeonato de B-boys.
Serviço: O MS Street Dance Fast é um projeto realizado de 11 a 15 de novembro, pelo grupo Funk-se, através do Fundo de Investimentos Culturais de Mato Grosso do Sul (FIC-MS), no Teatro Arena do Horto Florestal, em Campo Grande. Para as inscrições os grupos devem enviar as fichas de identificação e inscrição do grupo com o comprovante de depósito e as cópias da identidade de todos os dançarinos. Quem preferir, pode digitalizar os documentos e enviar para o e-mail edsonclair@hotmail.com. Para mais informações acesse www.msstreet10.blogspot.com ou ligue no (67) 3042-0112.
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Para a seleção, os grupos interessados enviaram vídeos apresentando suas performances e os melhores, foram escolhidos conforme os critérios do Festival. Os grupos selecionados para competir foram: Ladario Street, Lenda Urbana juvenil, Movimento dance, Soul Guetto, Black Mix-MS, Cia Movimentos, Havin Fun, Hit Hopers, Kahal, Lenda Urbana, Pulse Dance, Step-Up, Street Dance Life, Angelus, Blessed, Código de Rua, Conexão Deniels, D'soul, Expressão Hip Hop, Seed'ance, Storm Crew, Sintonia de Rua, Uniaraxá, Trio 3D, Fúria das Ruas e Monster’z.
E selecionados para mostra: Sintonia de Rua, Tribo Cia de Dança, The Grimm Brothers, Funk-se, Charm Dance, Movimento Dance, Cup Cake, Kruizies Marbous, The Discos, Duo Bresh, Only Sisters, Youth, EGV Kids e Colégio Geração 2001 kids.
A competição será dividida em sete categorias que são Junior, Adulto, Avançado, Duo-avançado, Trio-avançado, Trio-adulto e Solo adulto. O grupo vencedor da categoria “Street Dance Avançado – Conjunto”, que deve ter no mínino oito dançarinos com idade superior a 18 anos, receberá uma premiação de R$ 5 mil. Além das competições e mostras, o festival de dança terá workshops com professores do Barsil e Estados Unidos, e campeonato de B-boys.
Serviço: O MS Street Dance Fast é um projeto realizado de 11 a 15 de novembro, pelo grupo Funk-se, através do Fundo de Investimentos Culturais de Mato Grosso do Sul (FIC-MS), no Teatro Arena do Horto Florestal, em Campo Grande. Para as inscrições os grupos devem enviar as fichas de identificação e inscrição do grupo com o comprovante de depósito e as cópias da identidade de todos os dançarinos. Quem preferir, pode digitalizar os documentos e enviar para o e-mail edsonclair@hotmail.com. Para mais informações acesse www.msstreet10.blogspot.com ou ligue no (67) 3042-0112.
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Sarau dos Amigos com DJ, Fotografia, Reggae, Dança...
Foto: João Samam
A produtora Fabiola Brandão destaca outras atrações, como o fotógrafo João Samam, que se inspirou no filme Liquid Sky e produziu diversas fotografias com a modelo Mariana Sena, com estética baseada nos anos oitenta. É a primeira vez que o trabalho é exposto.
Ju Borges, Ton, Rosangela, Maria do Carmo, Leonice e Haruko, alunos do Artista Plástico Pedro Guilherme no Centro Comunitário do Parati vem ao bairro Universitário para expor pela primeira vez. São telas com temas variados.
Diversas cenas do cotidiano são encenadas de forma cômica pelo Núcleo Teatral Sarau dos Amigos, com direção e texto de Thathy D. Meo.
Música brasileira vem com o repertório da banda Tracajás. Lucas Espinosa traz o Reggae praieiro. Já a nova dupla Carlos Henrique e Samuel canta o sertanejo raiz e universitário. Enquanto os convidados vão chegando o compositor Elânio interage com o público.
Clayton Ambrósio lança novas estampas em camisetas. A nova série traz imagens do artista plástico Evandro Prado. São ícones do capitalismo e da religião que já foram polêmica em Campo Grande. O artesão divide espaço com outros no corredor do quintal, que ainda oferece comercialização de espetinhos e bombons produzidos por pessoas da comunidade.
Do bairro Nossa Senhora das Graças, região do Coophasul, vem o músico Edílson Neves. Há mais de trinta anos ele compõe e agora decidiu investir na carreira autoral. São mais de 30 músicas com influência do pop-rock e anos 60 e 70, inspirando-se em artistas como Raul Seixas, Roberto Carlos e Incríveis. A canção “De onde sou” pode ser conferida no site http://www.youtube.com/watch?v=P0GYjQlUg3E .
Serviço: O Sarau dos Amigos acontece toda última quinta-feira do mês na casa do ator e jornalista Eduardo Romero. Rua Elvira Matos de Oliveira, 927, Universitário, região sul de Campo Grande. A entrada é um quilo de alimento, que são destinados aos Vicentinos da Paróquia Santa Rita de Cássia. Informações pelos telefones (67) 9619-6703 ou 9215-3082.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Bazar Fashion Especial acontece nesta Quinta com desfile da Pestalozzi
Adolescentes e adultos, portadores de necessidades especiais, desfilam nesta quinta-feira, 28 de outubro, no 1° Bazar Fashion Especial. O evento acontece a partir das 17:30 no CEP (Circo Escola Pantanal). As roupas e acessórios são comercializados pelo Brechó permanente da APPA (Associação de Pais, Profissionais e Amigos da Pestalozzi).
Durante o bazar o público pode comprar peças a partir de R$2,00. Haverá diversas apresentações culturais como dança Flamenca, dança da melhor idade, dança contemporânea e dança de rua, além de cantores da nossa terra como o músico Vadico. O CEP também apresenta diversas performances circenses.
Os ingressos são limitados com preço de R$5,00, já incluso um delicioso coffee break produzido pela APPA, e podem ser adquiridos na hora do evento. Toda a renda é revertida para projetos educacionais e culturais mantidos na Pestalozzi.
Serviço: O CEP - Circo Escola Pantanal - está localizo a rua Engenheiro Roberto Mange, 829. Bairro Amambaí, próximo ao centro de Campo Grande-MS. Informações pelos telefones: 8132 6448/8102 7497 ou 8144 5096, falar com Ulisses, Ana ou Mites.
Apres expões na UFMS
Apres é o próximo artista a expor no Projeto de Extensão “Exposição de Artes Plásticas no CCHS”. A abertura acontece nesta quarta-feira, dia 27 de outubro, às 10h, no corredor central da UFMS, em Campo Grande. A visitação gratuita é aberta das 8h às 17h até o dia 10 de novembro. Mais informações pelo telefone 3345-7591 ou 3345-7570, no DAC.
A nova série de Apres retrata as plantas nativas inseridas na paisagem urbana. A idéia veio da necessidade de um projeto para a conclusão do bacharelado em Artes Visuais, na UFMS. Com a técnica de óleo sobre tela, o artista reuniu uma série de paisagens urbanas de Campo Grande e de cidades da Europa. O Parque das Nações Indígenas, a avenida Costa e Silva, a lagoa da Cruz, e uma rua do Jardim Tropical estão entre os destaques da exposição.
Há cinco anos Apres saiu da Bahia e se encantou com a quantidade de arvores em Campo Grande. “Fiquei impressionado, inclusive, com as árvores frutíferas, que atraem muitos pássaros. Não é em toda capital que você ouve um Sabiá cantando na sua janela todos os dias”, destaca.
Quem for a UFMS conferir a exposição do CCHS pode ainda ver o mural pintado por Apres em 2008 na parede do laboratório do CCBS. A obra está localizada no corredor próximo as agências bancárias.
Em Campo Grande, Apres já expôs no Ministério Público Estadual, Sarau dos Amigos, Bar e restaurante Pequenos Pecados, UFMS, Augustus Restaurante e no colégio Sealp.
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sexta-feira, 22 de outubro de 2010
“Rebobine, Por Favor – A Exposição”
Exposição foi montada originalmente em Nova York pelo cineasta ganhador do Oscar Michel Gondry
Imagine-se numa exposição com cenários que foram pensados pelo cineasta vencedor do Oscar, Michel Gondry. Pense agora na oportunidade de, juntamente com mais algumas pessoas, realizar um filme num processo criativo único e totalmente original. Este não é mais um roteiro de Gondry e sim a exposição “Rebobine, Por Favor”, que chega a Campo Grande depois de uma temporada de sucesso em Nova York, São Paulo e Rio de Janeiro.
A exposição, apresentada pela Petrobrás, acontece de 21 de outubro a 07 de novembro de 2010, no Museu de Arte Contemporânea de Campo Grande (MARCO).
“Rebobine, Por Favor – A Exposição” é composta por cenários customizáveis que podem ser utilizados pelo público para a gravação de vídeos. Para participar, é necessário ingressar em um workshop que é oferecido em dois horários durante a semana e um horário aos finais de semana, onde o grupo, de até 15 pessoas, fará o planejamento básico de filmagem. Após participar do workshop, o grupo recebe uma câmera fornecida pela produção da exposição, para gravar seu vídeo. Também será fornecido equipamento de luz. Ao final da atividade, o grupo pode assistir ao material em uma televisão montada no local.
A exposição é gratuita e os vídeos realizados estarão disponíveis para serem vistos na locadora, um dos cenários expostos, que reconstitui a locadora do filme homônimo dirigido por Gondry e já lançado comercialmente no Brasil.
Proporcionar ao público uma oportunidade única de “interagir cinema”, numa linguagem moderna, democrática e original, é o intuito desta exposição. “Trata-se de um conteúdo simples e ao mesmo tempo extremamente criativo, uma junção rara nos dias atuais. Não tenho dúvidas de que as pessoas que visitarem a exposição se surpreenderão tanto quanto eu me surpreendi quando tive o primeiro contato com ela, em Nova York”, afirma Lia Vissotto, diretora da Cinnamon Label, que também montou a exposição em S.Paulo, no Museu da Imagem e do Som e no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, respectivamente, em 2008 e 2009.
Local: Museu de Arte Contemporânea de Mato Grosso do Sul - MARCO
Rua Antônio Maria Coelho, 6000 - Parque das Nações Indígenas
Data: de 21 de outubro a 07 de novembro de 2010
Horários da exposição para visitação: de terça-feira a sexta-feira das 12h00 às 18h00. Sábado, domingo e feriado das 14h00 às 18h00.
Tel. para informações: (67) 3326-7449
Entrada gratuita
Site da exposição: http://www.rebobineporfavorexposicao.com.br/
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Livro ambiental e homenagem
Convite para lançamento do Livro Comunicação Ambiental do Jornalista Ambiental Vilmar Berna.
Data: 25/10/2010
Horário: 09:30
Local Paulus Livraria
Após o lançamento (11hs) o autor fará uma manifestação em frente ao bar do Zé em homenagem ao Francelmo, morto a cinco anos atrás. O autor era amigo do Francelmo e junto com ongs, entidades e ambientalista quer lembrar o ato de Francelmo e movimentar a sociedade sobre as questões ambientais.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Festa Alemã com Gaúchos em Campo Grande
Vem aí a 2ª OKTOBERFEST DO CTG TROPEIROS DA QUERÊNCIA!!!
A legítima festa alemã de Campo Grande será nos dias 22 e 23 de outubro, na sede do CTG!!
Para quem quiser participar de uma noite, o valor é R$ 15,00 mais a caneca;
E para quem quiser participar das duas noites, o valor é de R$ 25,00 com a caneca;
Além de comidas e bebidas típicas (tradicional chopp), a festa contará com apresentações de grupos folclóricos e bandas de músicas germânicas.
Participação especial da Orquestra Grüne Stadt.
Para os apreciadores do chopp, haverá o “Concurso de Tomadores de Chopp em Metro”.
O CTG aguarda você para esta festa alemã.
Informações pelos telefones 3341-1810 / 3352-4414 / 8429-5909.
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terça-feira, 19 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Ópera em Campo Grande
Domitila, ópera de Câmera do compositor João Guilherme Ripper, circula pelo Sul e Centro-Oeste através do Prêmio FUNARTE de Música Clássica 2010.
Selecionada pelo “Prêmio Funarte - Circuito de Música Clássica 2010”, a ópera DOMITILA de João Guilherme Ripper será apresentada, em forma de concerto cênico e com entrada gratuita, em Porto Alegre (RS), Joinville (SC), Cuiabá (MT), Campo Grande e Dourados (MS).
A soprano Maíra Lautert, a pianista Priscila Bomfim, o clarinetista Thiago Tavares e o Violoncelista Mateus Ceccato se unem, sob direção cênica de Luiz Kleber Queiroz, para apresentar ao público o último dia da Marquesa de Santos na côrte – o dia em que ela escreve sua última carta ao imperador e amante Pedro I.
Injunções na Casa dos Bragança impuseram ao jovem imperador e viúvo uma nova esposa, mas não a que ele desejava e sim outra escolhida, D. Amélia, de estirpe real. Num trabalho de intensa dramaturgia, Ripper traz à tona a emoção de Domitila, que relembra os momentos em que viveu ao lado de D. Pedro, lendo as cartas que recebeu de seu amado.
Em sua primeira montagem, em 2000, Domitila, recebeu o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte. Foi escrita em março de 2000 por encomenda do Centro Cultural Banco do Brasil para o espetáculo Palavras Brasileiras. Depois disso foi apresentada, com diferentes montagens, em São Paulo, Paquetá, Curitiba e Petrópolis. A ópera possui aproximadamente 55 minutos de duração.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Rock do Mato
Rock do Mato é o blog de Rafael Meira, que de maneira despretensiosa documenta o que rola na cena musical de Mato Grosso do Sul, onde fica o Pantanal e voa o Tuiuiú.
Confira no http://mtv.uol.com.br/rockdomato/blog
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Confira no http://mtv.uol.com.br/rockdomato/blog
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terça-feira, 12 de outubro de 2010
Titãs no MS Canta Brasil
Foram 28 apresentações de artistas nacionais que representaram 12 estados diferentes.
Além do aniversário, o projeto pode comemorar no próximo domingo (17), a partir das 17h30, a incrível marca de um milhão de pessoas que prestigiam o evento.
Para isso, basta que a banda de rock nacional Titãs mantenha a média de 34 mil pessoas no Parque das Nações Indígenas.
A abertura do show é com a banda local, Jenniffer Magnética.
Conheça e baixe o disco da banda Jenniffer Magnética clicando aqui.
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